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terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Como foi que a voz de Jéssica Simpson mudou tão drasticamente?

Essa eu fiquei de queixo caído.

Desde que ouvi falar de Jessica Simpson precisei ir ao otorrino para checar se meus ouvidos continuam em ordem, porque a coitada canta muito mal...

O que eu jamais imaginei é que houve uma época, particularmente em seu início de carreira, que ela CANTAVA. E cantava muito bem, na Broadway!

Então fica a pergunta: como é que uma cantora que tinha tudo para ser uma Christina Daee muda totalmente o estilo e fica com a voz igual ou pior que Paulina Rubio?

O vídeo abaixo, apesar de ser em inglês, vem mostrando com uma dose de humor a comparação "antes" e "depois". Parece que estamos ouvindo duas cantoras diferentes.



No entanto nós devemos nos lembrar de:

  • Jessica Simpson estreou no mundo musical na mesma época que Britney Spears e Christina Aguilera. As duas estavam pocando enquanto ela não. Só que uma se fazia de sexy e não cantava de verdade, a segunda se fazia de sexy mas cantava de verdade. Adivinha qual das duas os produtores mandaram Jessica se espelhar?
  • Obviamente que imitar uma fulana que não canta de verdade implicou na própria não cantar de verdade. E então surgiu as aberrações. Quando eu ouvi falar dessa cantora ela já estava na fase de transformação.
  • Ela no início de sua carreira recebeu o título de diva "Rainha das Baladas Românticas", mas e agora que foi picada? 
  • Estamos esperando até hoje que Teresa venha com a cura, mas como ela ainda não apareceu, parece que Alby convenceu a crítica a empurrarem a fulana pro labirinto, pois desde 2010 não sabemos de nenhum disco novo.
  • Tudo o que a gente vê pela Internet é a digníssima sendo convidada para cantar o Hino Nacional dos States nas finais de campeonatos de futebol americano ou de beisebol. E claro, pagando aquele EPIC MEGA FAIL!
  • Sua voz anda tão deteriorada devido à falta de disciplina e treinamento que ela não alcança mais as notas altas (em especial na última parte do hino), sua voz sai totalmente forçada, nasalada, sem suporte, fraca, zero ressonância e vibrato. Ela concentra sua voz no nariz em vez de focar na laringe e no diafragma.
  • Com esse "preparo todo" que ela consegue destruir clássicos como "Take my breath away" de Berlin e "Angels" de Robbie Willians. O que ela tem contra britânicos?
  • E ainda tem gente que diz que Christina Aguilera tem a pior técnica vocal? Certamente que não ouviram a Mrs. Simpson.
  • Não, C.R.U.E.L. não é bom, não importa o que a doutora diga. Onde está a ANVISA nessas horas?
E caso você ainda não conheça meu livro "Os Informatizados", dê um clique aqui e faça uma boa leitura.

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

O que Maze Runner nos ensina sobre...

Em vez de correrem logo...
                                           
Será que um filme de ficção científica pode nos ensinar alguma coisa? Bem, não é exatamente a função dele, mas se espremermos feito cana no engenho podemos tirar um bom caldo.

O que eu achei de interessante no filme "The Maze Runner" e veja se você concorda comigo:

  1. Inveja mata. Sim, esse ditado se mostrou veraz no filme. A inveja matou a Gally e Chuck foi vítima de sua inveja.
  2. Ficar rancoroso por alguém te ajudar é uma das piores coisas que um ser humano faz. Por três anos o povo ficou quebrando a cabeça com o labirinto; chega o "novato" que lhes mostra a solução em três dias, mas aquele que não mencionamos não enxerga esse fato.
  3. Obedecer cegamente regras acima do bom senso, da solidariedade e da compaixão é coisa de comunista\socialista. A Clareira era Argentina e Gally era a Cristina. Thomas é o Macri. O que custava dois ou três deles entrarem rapidamente no labirinto para ajudar Minho com Alby? "É contra as regras", foi tudo o que o neto de Hitler disse.
  4. Se não fosse o feminismo e sua calúnia de "A cada um segundo uma mulher é estuprada", Teresa não tacaria pedras nos rapazes. E de onde surgiu aquele facão? Estava com a maquiagem dela?
  5. A Clareira não contou com um professor de Português. Qual a parte do "Ela é a última" que eles não entenderam? A mensagem estava mais explícita em Inglês: "She is the last EVER".
  6. Minho e sua pérola: "As pessoas precisam de acreditar que têm esperança". Ouço muito isso vindo da parte de gente safada que engana as pessoas com promessas, sem a menor vontade de cumpri-las; afinal o que importa é que o povo acredite que uma hora a solução vem. Patético, se Minho fosse brasileiro com certeza se afiliaria a algum partido. Os filmes "Rango" e "O livro de Eli" não me deixam mentir.
  7. Se recusar a responder as perguntas ou fazer de conta que não ouviu não vai deixar a pessoa menos curiosa.
  8. Definitivamente Teresa não ia nos convencer com esse lance de telepatia. Sorry, girl!
  9. Talvez o autor do livro ou o diretor do filme não se aperceberam disso, mas a história bem que se encaixa como uma crítica às grandes empresas farmacêuticas que deveriam ajudar a população, mas que agem por interesses próprios. A C.R.U.E.L já tinha a cura, mas a doutora-chefe estava obcecada por MAIS testes. E teve a cara de pau de falar "Não esperava tantos sobreviventes", ou seja, ela pouco se lixou pros jovens que morreram. Uma vergonha!
  10. A doutora-chefe deveria ter uma gravadora eletrônica, tá louco!