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segunda-feira, 12 de novembro de 2018

Memórias Póstumas de José de Anchieta - O Guarda-Costas

Sonho de consumo de muitas...

     Em este artigo pretendo descrever um dos filmes que se tornou presença em minhas memórias, tamanho o sucesso que foi na época. "O Guarda-Costa", filme lançado em novembro de 1992, contou com a atuação de Kevin Costner fazendo o dito cujo e a estreia da cantora Whitney Houston como atriz.

     Diana Ross em definitivo não teve sorte. Há séculos que Hollywood queria fazer um filme com esse enredo, e chegaram a convidá-la para o papel em 1976, mas o projeto não foi para frente. Depois, em 1979, novamente chamaram a cantora dizendo "Agora vai!" e até chegaram a cotar o ator Ryan O'neal para o papel de Frank Farmer, mas novamente o projeto azedou. Ryan acabou fazendo neste ano outro filme com outra cantora, Barbra Streissand.

     Implicância com a cantora? I don't know. Só sei que o projeto saiu finalmente do forno com Whitney. E ela se saiu muito bem, por ser a primeira vez como atriz. A crítica americana se dividiu: uns chatos diziam que Whitney e Costner pareciam duas estátuas sem emoção, outros sentiram seu coração derreter com o "And IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII".

     Não quero arruinar infâncias e adolescências de ninguém, mas a música em questão, "I Will Always Love You", não é da Whitney e nem de Sandy & Júnior, é da Dolly Parton.

     Enfim, autorias à parte, se tem algo em que Whitney se beneficiou neste filmaço foi com a trilha sonora. Metade do disco foram de suas músicas (eu sei, já falei no parágrafo acima). As músicas foram lançadas em single e tiveram até videoclipes. O disco vendeu 42 milhões de cópias (um deles lá em casa) e ganhou trocentas certificações de quase toda a tabela periódica. Só aqui no Brasil ele foi 3 vezes PLATINUM!

Disco joias do Infinito
Vamos conferir os Top of the Pops:

  • "I Will Always Love You" - Carro-chefe tanto para o filme como para o disco. Usaram-na para a parte final do filme, provavelmente deixando o público feminino às lágrimas. Whitney ganhou TODOS os Music e Movie Awards a que foi indicada. A música foi nº 1 em tudo quanto era rádio até em países nada a ver como Finlândia e Zimbábue (!!!) Dizem por aí que Dolly Parton ficou com recalque, mas vocês sabem como são as colunas de fofocas.
  • "I'm Every Woman" - Oooooutra música que não é dela, mas sim da Chaka Khan. Mas, que culpa tem Whitney se o povo só descobre as músicas na voz dela. Pra quem está tendo aulas de canto, esta música é uma boa pedida. Cheia de notas altas na parte final, serve como ótimo exercício vocal.
  • "I Have Nothing" - Finalmente, pro povo parar de mimimi. Esta canção pode não ter sido nº 1 nas rádios, mas tornou-se um clássico para quem tem bom gosto; em especial por ser bastante executada no filme. Lá, a personagem Rachel Marron foi indicada ao Oscar por esta música. A música é tão complicada que nunca a vi em nenhum videokê na época (quem se atreveria?) e a própria Whitney quando cantava em seus shows, mandava a orquestra baixar de "Si (B)" para "Lá (A)". 
  • "Run to You" - Outra música romântica e gostosa de ouvir. A posição mais alta dela foi nº 7 em Portugal. Só que os críticos não concordaram com a cena do filme onde colocaram a canção. Dizem eles que, por a letra da música se tratar de uma mulher que quer reatar o amor com seu homem (tá bem explícito no título, correr para você), ela deveria aparecer mais pro meio, quando Rachel e Frank brigam; e não no começo, onde Frank está vendo o videoclipe dela com aquela cara de quem diz "Vem ni mim, minha neguinha"!
  • "Queen of the Night" - Outra música que teve melhor posição em Portugal. Lamentavelmente ela não caiu no gosto do público em geral, que sempre associou Whitney às baladas românticas. Essa tentativa dela ser moderninha anos 90 (de acordo com os críticos) foi um FAIL. Bem, aqui em casa todo mundo gostou. 
O restante do disco nem vale a pena comentar, a não ser que você conheça Kenny G, Curtis Stinger e Joe Cocker.

     O disco da trilha-sonora não só rendeu grande reconhecimento nas rádios para Whitney, como também uma grande turnê internacional, que durou até 1994. Ela ficou esse tempão sem gravar novo disco - e para quê? Ela era Whitney Houston, podia! E nesta turnê ela incluiu o Brasil. O show feito no Rio de Janeiro, na Praça da Apoteose, foi transmitida pela Globo e se encontra no YouTube

     Agora algumas curiosidade sobre os atores do filme:

  • Whitney, como sabemos está na categoria R.I.P. Quando ouço esse povo querendo legalização das drogas me dá coisas como o Dr. Chapatin e lembro do exemplo dela. 
  • Já Kevin Costner, parece que não vai morrer tão cedo. Firme e forte aos 63 anos, ele continua na ativa. Você pode encontrá-lo em vários filmes como "Robin Hood: Principe dos Ladrões", "JFK", "Whyatt Earp", "Os Intocáveis", "Um Mundo Perfeito", "Campo dos Sonhos (com os espíritos zombeteiros), "Waterworld", "3000 Milhas Para o Inferno" e mais recentemente fazendo o papel de Jonathan Kent, pai adotivo do Super-Homem nesta versão atual. 
Uma curiosidade: Costner é fã de beisebol, o que explica tantos filmes em que ele atua como jogador ou atua num filme sob o tema, como exemplo o "Campo dos Espíritos Sonhos".
  • A fulana que faz o papel da irmã de Rachel é totalmente desconhecida e nem mereceu um artigo da Wikipedia, HAHAHAHAHAHAHAHAHA
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  • Nem tudo são más notícias. Bill Cosby ainda está vivo.
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  • Agora aqui vai mais fatos curiosos com o Greg Portman. O ator Tomas Arana, que é italiano, mesclava entre Hollywood e Itália. Quando ele estava nos States, ele não só participou no filme citado como também em "Tombstone", "Los Angeles Confidencial", "Gladiador", "Pearl Harbor", "A Supremacia Bourne" e "Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge"!


     E por falar em "Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge", o ator neste filme que faz o Bane e atualmente Ed Brook em "Venom" parece ser filho do Kevin Costner! Vê se não tenho razão?

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Pois bem, encerro hoje meu artigo com essa imagem ícone do cinema:



Fontes:
Google Images
Wikipédia
Minha memória
Minha família com alto gosto cultural.

quinta-feira, 8 de março de 2018

FAIL DE 2018 - O Filme "Pantera Negra".




Afinal de contas qual o objetivo do filme "Pantera Negra"? Contar a história e a origem do personagem da Marvel antes de ser incluído nos Vingadores ou agradar a militância esquerdista?

Aos olhos dos "iluminados" do século XXI, parece que é a segunda opção. Ainda assim eles não estão satisfeitos. Após o filme ser lançado, muitos ativistas dos "direitos dos negros" (ainda estamos na época da escravidão?) em vez de agradecerem pelo destaque, resolveram choramingar nas redes sociais ainda exigindo mais.

Esse povo é impossível de se agradar. Nunca se contentam com o que há, sempre procurarão uma vírgula para reclamar.

Porque socialista/marxista/comunista/esquerdista - c'est tout la meme chose - não vive para dar solução aos problemas, ele vive DO PROBLEMA. Apontar o dedo unicamente para o erro é tudo o que ele sabe\quer fazer. São como os políticos, que nunca cumprem 100% as promessas (em alguns casos cumprem 0% e têm a cara de pau de dizer que cumpriram) porque eles vivem DAS PROMESSAS, e não do CUMPRIMENTO das mesmas. É por isso que todo socialista é estatólatra (pesquise no Google, caro leitor).

No entanto, os esquerdistas atuais não se contentam em só apontar o dedo para as coisas erradas, eles passaram a apontar para erros inexistentes. Tudo com o propósito de reclamar e poluir a Internet. Agora resolveram pegar o lançamento comentado e transformá-lo em propaganda. Sendo que o filme em momento algum exprime superioridade negra. Os esquerdistas são tão burros que pegam o país natal do heroi (sem acento, agora), Wakanda, como exemplo para o mundo, sendo que WAKANDA NÃO EXISTE!

Os chorões também postaram a pérola: "Caro crítico de cinema, se você avaliar negativamente o filme "Pantera Negra", você é racista. WHAT? Eu não disse em outro artigo que em breve teríamos a Ku-Klux-Klan negra? Minha zoeira parece se tornar real!

Aqui no Brasil o povo conseguiu ser mais bizarro. Postaram: "Negros, não assistam ao filme 'Pantera Negra' dublado, os dubladores são brancos". CACILDA, quanta FALTA DO QUE FAZER! O povo saiu caçando nomes e fotos de todos os dubladores para saber a cor deles?! Sendo assim, então nenhum negro deveria sequer ver o filme no idioma original, pois o criador Stan Lee é branco e JUDEU - tá, ele é considerado americano mas seus pais tem descendência, os sobrenomes deles são Salomão (mãe) e Lieber (pai). E ele nasceu em Nova York. Fim de papo.

Não acredite quando esse povo sem noção disser que temos o primeiro filme com um heroi negro. MENTIRA! Acaso se esqueceram de que no mesmo Vingadores temos o Falcão? E o amigo do Homem de Ferro, o Máquina de Combate? E o próprio Nick Fury, não conta? Ele não é o faxineiro nem estagiário, ele é o chefão da S.H.I.E.L.D! Também se esqueceram da Tempestade do X-MEN?

Alguém insistente (este definitivamente não tem outra coisa a fazer) ainda dirá "Tudo bem, temos herois negros, mas é a primeira vez que temos um protagonista negro". BULLSHIT AGAIN! Este com certeza não sabe da existência da trilogia do Blade. Também há de se lembrar do Spawn, Steel (não fez tanto sucesso, mas vale), Homem-Meteoro, Hancock (engraçado que hoje Will Smith se tornou um dos chorões esquerdistas) e deve ter mais com certeza. Na minha fonte de pesquisa até mesmo BLANKMAN foi mencionado.

Resumo da ópera: o filme "Pantera Negra" foi lançado apenas para entretenimento. Não é uma tentativa de "recompensar os negros" por racismos passados. Pegar o filme e transformá-lo em discurso politicamente correto foi sem dúvida o fim da picada. Esse povo inventa racismo onde não existe e depois dizem que querem acabar com ele. Reclamam que não tem negros nos filmes, mas quando finalmente fazem um filme com 99% do elenco negro, ainda não estão satisfeitos e inventam mais polêmicas.

E que dizer da pérola: "É, colocaram um heroi negro, só falta um heroi gay". WHAT? Mas a Marvel quase foi à falência quando modificou a narrativa dos quadrinhos para atender às "minorias"! Inventaram uma super-heroina feminista, mas a revista parou de publicá-la na oitava edição. Sabem por quê? Porque a militância não lê revistas em quadrinhos. Exigiram as mudanças, mas não compraram a revista para agradecer!

Para encerrar, esta entrevista com Morgan Freeman já é bem viral na Net.

Fontes:
O vídeo do Youtube.
https://www.youtube.com/watch?v=5KiqtA_Qc3w
Wikipedia.
https://en.wikipedia.org/wiki/Stan_Lee
"Revistas da Marvel com versões de herois para agradar a esquerda encalham e DC assume liderança".
http://www.ilisp.org/noticias/hqs-da-marvel-com-versoes-de-herois-para-agradar-esquerda-encalham-e-dc-assume-lideranca/

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

FAIL do MILÊNIO: Livro e Filme "Como eu era antes de você".

Olhando assim parece até um filme
romântico como qualquer outro. . .

Já tem um tempinho que eu queria escrever esse artigo, mas antes de fazer o papel de “o único que rema contra a maré” resolvi fazer minhas básicas pesquisas e... TCHARAAANNN!! Eu não era o único.
Really, você nunca parou para pensar o quão esquisito ficou o enredo central do filme “Como eu era antes de você”, filme que – dizem – está sendo aclamado com um dos\o mais romântico de 2016?
Ah, não sabe do que se trata desse filme? Pois bem, o longa metragem pode ser resumido na seguinte mensagem subliminar que ele deixa: “Melhor morrer a ser deficiente”.
O filme é baseado no livro homônimo “Me before you” – c’est tout la meme chose – de Jojo Moyers, britântica, lançado em 2012 e adaptado às telonas neste ano. No entanto, a história engana o leitor\telespectador que pensa ser mais uma história de amor.
O protagonista do filme\livro é deficiente físico, tetraplégico, e se apaixona pela enfermeira recém contratada para cuidar dele. Ele, chato, depressivo e arrogante; ela, bobinha, tímida e sonsa. Os dois passam a história se conhecendo, um ensinando ao outro como viver melhor, corrigindo os defeitos e aprimorando suas virtudes.
A história tinha tudo para ser feliz, até que chegando ao final o “herói” toma a decisão mais ou menos assim: “Olha meu amor, obrigado por esses meses tão felizes, por tudo o que você me ensinou, pelo nosso amor... mas eu odeio minha vida de deficiente e quero morrer”. O cara se inscreve nesses programas de Suicídio Assistido que existe nos Estados Unidos – e não houve NADA nem NINGUÉM que o impedisse da loucura!!!
Se a escritora estava pensando em “Um amor para recordar”, vamos parar com a palhaçada! Eu sei que o final desse filme\livro não é tão feliz, mas ao menos a heroína lutou até o fim com seu grande amor ao lado. Nada dessa decisão tão polêmica de suicídio.
É doloroso quando um suicida resolve pôr fim a sua vida de impulso, sem avisar, geralmente deixando um mero bilhete para os familiares. Eles só descobrem quando é tarde demais. E sofrem muito. Imagine então quando o cara quer planejar o suicídio com antecedência, avisando aos parentes e exigindo que eles aceitem sua “decisão”?? WHAT?? Como se reage a um absurdo desses!?
Mas é claro que nem todos engoliram essa. Houve sim muitas criticas negativas. Pessoas com deficiência se sentiram ultrajadas, creem que esse tipo de história só aumenta o preconceito. O personagem demonstra tudo aquilo que os deficientes da vida real lutam para NÃO ter – negatividade, depressão, a eterna ladainha do “não quero ser um fardo”.
Conforme dito no artigo do site Obvious: "O retrato do suicídio como algo poético, belo e as vezes até atraente não corresponde à realidade. É pungente, e um ato de desespero, que não pode ser tratado com simples conselhos. É um assunto sério que carece a atenção de um profissional."
E na “real”: existem milhões de exemplos da vida real de pessoas que conseguem ter uma vida feliz e normal mesmo com alguma deficiência física. Tem pessoas beeem piores que o carinha o filme que não tem esses complexos. As Paraolimpíadas que tivemos recentemente derrubam, matam, enterram e cospem em cima da lápide de todos esses argumentos do filme.
Aí você leva sua namorada ou sua família para assistir a um filme romântico e se depara com essa palhaçada, com essa banalização e glamorização do suicido, conforme salientado em certa reportagem.
Porém, sempre tem aqueles progressistas – esquerdistas, c’est tout la meme chose – dizendo que é apenas questão de opinião, é decisão do personagem. Sei, senta lá, Cláudia...
“Parem o mundo que eu quero descer”

                                                           (Van Pelt, Lucy)

sábado, 23 de janeiro de 2016

Destrinchado: Você está apaixonado, Charlie Brown

Feliz em saber que lançaram dia 14 deste mês mais um longa sobre Charlie Brown e cia, mas esse promete devido à alta tecnologia 3D. Vamos ver se agrada.

Enquanto isso, fiquemos com os eternos desenhos animados dos anos 60-90 que passaram em exaustão até a fita pocar no SBT com a clássica dublagem MAGA (dublado nos estúdios da TVS); depois na Globo com uma dublagem HORROROSA e depois na Nickelodeon com outra dublagem mais aceitável aos nossos ouvidos. Apesar dos dois canais abertos intitularem o desenho como Snoopy, a atração principal é o seu dono.

Você está apaixonado, Charlie Brown
Clássica entrada
Você está apaixonado, Charlie Brown foi o quarto desenho a ser produzido em 1967 por Charles M. Schulz (In memorian). Sempre suspeitei de que se tratava de um dos primeiros, (Os anteriores são"O Natal de Charlie Brown", "Todas as estrelas de Charlie Brown" e "A grande abóbora") e acertei, devido às características abaixo:


  • Traçados dos personagens ainda bem simples e rudimentares.
  • Falta de interesse em detalhar os cômodos das casas.
  • O focinho do Snoopy é maior.
  • Forte influência da praga do feminismo retratada em Lucy.
Bem, eu apenas tirei a pele, agora vamos destrinchar e desossar esse clássico.

  1. Não dava para Charlie desconfiar pelo cheiro que o café da manhã não era para ele?
  2. Primeiro FAIL na escola com a cartinha de amor secreta para a menininha ruiva que se tornou mais pública que BBB = HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA!
  3. Linus e Sally estavam em um escorregador ou num tobogã do Wet 'n' Wild?
  4. Segregação e feminismo em uma cena = Lucy e as meninas expulsando Snoopy do parquinho.
  5. "Charlie Brown, você fez um nó em seu sanduíche".
  6. Quando eu fazia a pré em José de Anchieta tínhamos um apontador comunitário.
  7. Só não tinha o talento de apontar a caneta.
  8. Quem fica falando "inglês é mais fácil que português porque não tem gramática", queima a língua  nessa cena. Aliás, aprender todas as regras de soletrar é obrigação de todo e qualquer aluno nos States, pena que não é assim no Brasil.
  9. Estou de boas esperando que LUCY e VIOLETA me respondam por que chove tanto no Oregon?
  10. Substitua "O Charlie Brown está apaixonado" por "O Charlie Brown gosta de Paulina Rubio" e as gargalhadas serão as mesmas ou mais intensas.
  11. "Nessas horas que a gente precisa do apoio de seu cão fiel e leal" = FAIL!
  12. Sally em seu discurso de formatura (há formatura do Jardim de Infância nos States?) pensa em falar sobre o "fracasso da geração atual em assumir responsabilidades". OUCH! Um tiro certeiro, quem estava vivo em 67 sabe do que eu falo.
  13. O clássico consultório médico tinha em sua recepção revistas especializadas de 1930!
  14. Schroeder é um exemplo exímio de como um homem deve despachar uma qualquer que não acrescenta em nada na sua vida.
  15. "Provavelmente nunca vou me casar". EXATAMENTE! O destino de toda feminista histérica foi resumido nessa frase.
  16. Mais críticas ao feminismo dos anos 60: "O QUE QUE VOCÊ QUER?!"
  17. "Minha tia Marian estava certa". Provavelmente essa tia da Lucy é feia, gorda e encalhada. Vai, tonta, vai seguir o conselho da tia, por isso que nunca fisga o Schroeder.
  18. Patty Pimentinha apareceu brevemente no desenho só para embaralhar tudo mais.
  19. Charlie Brown acordou bem cedo, antes do sol nascer, e mesmo assim perdeu o ônibus!!
  20. A grade da escola não parecia tão alta, e que ser vivo desce de cabeça para baixo?
  21. Aquele momento em que você quer ser invisível, mas não consegue.
  22. "Por que você chegou atrasado, Charlie Brown?"
  23. Cedo na vida Charlie Brown aprendeu a arte da adulação. Ele teria um bom futuro no Brasil.
  24. E o prêmio de EPIC MEGA FAIL vai para a aula de Aritmética: "Sim, professora? O que eu estou fazendo? - olha o quadro negro - "Eu não faço a menor ideia" =  HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA!
  25. EPIC MEGA FAIL
  26. Na hora da criançada ir embora para casa, crianças que vão a pé como Linus sobem no ônibus escolar (e três vezes).
  27. Bem, depois de tanta desgraça, um bilhete da menininha ruiva aparece (não se sabe que método sobrenatural ela fez) na mão do nosso coitado, dizendo que ela gosta dele. É, só para termos um final feliz.
E então, leitores, esse destrinchado rendeu, ein? Que banquete? Comentem abaixo se eu esqueci de algum pedaço!

"A felicidade é um cobertor quentinho". Van Pelt, Linus.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Orgulho e Preconceito: defesa ou repúdio ao feminismo?

Não tinha essa cena no filme. . .
                                              
Caí de costas quando li uma resenha da obra "Orgulho e Preconceito" dizendo que nossa querida personagem Elizabeth Bennet era uma "proto-feminista". Sabe-se lá what a hell isso significa, ao menos tenho a impressão de que nossa Lizzie é uma espécie de feminista antes do seu tempo, visto que a primeira onda surgiu nos anos 30, e a história do livro se passa no século 19.

Bem, vamos lá. Sabendo nós o que realmente querem as feministas e a história do filme, vamos fazer as comparações.

"Uma mulher precisa de um homem assim como um peixe precisa de uma bicicleta", é o que rezam as feministas. Será que vemos isso no filme, no livro? Claro que não. A chata da Mrs. Bennet vive jogando as filhas pra cima de qualquer coisa que use calças compridas. Lydia e Kitty tem uma obsessão por militares fora do comum. E a própria Jane garantiu a Elizabeth: "Um dia você conhecerá alguém e então vai morder essa língua".

Foi só Elizabeth se interessar pelo Mr. Darcy que todas as suas teorias feministas caem por terra, isso se admitirmos que ela tinha esses ideais. Elizabeth faz todo o contrário do que as malucas pregam. Não só se apaixona por Darcy como literalmente empurra Jane para Mr. Bingley. Ela faz muito mais do que a própria mãe, por muitas páginas (e cenas) ela parecia a mais velha. Muito feminista!

Se há alguém que se parece com as feministas de hoje, essa só pode ser a Lydia! Fugindo de casa com um salafrário e fazendo um casamento às escusas (um "arremedo de casamento" como diz Lady Catherine). Lydia e Kitty encabeçariam com orgulho a "Marcha das Vadias" em Londres!

As feministas reclamam que naquela época as mulheres eram "muito oprimidas". Ah, claro, para quê estudar idioma moderno, canto, dança, costura, piano, aperfeiçoar sua mente com boa leitura (alguém fechou um livro não sei porquê); isso era muita opressão! Libertador mesmo é ser burra, mal falar o português, dançar funk, usar roupas rasgadas e não ler nem revistinhas da Turma da Mônica, né, feminzasis?

É por isso que muitos historiadores rebatem essa ideia de que a mulher "não podia fazer nada antigamente além de casar e parir filhos". Nada disso, o livro não mostra isso e o filme muito menos. As mulheres tinham seus deveres, mas tinham liberdade. No caso das Bennets, eram livres até demais. Esse é o ponto: as mulheres tinham seus deveres, mas isso não significa que elas viviam como as mulheres do Estado Islâmico! Na época retratada homens e mulheres tinham suas tarefas, cada um com seu cada um, e ninguém ficava reclamando que fazer x ou y era coisa mais chata. Eu não imaginaria Darcy e Bingley fazendo "Marcha dos Vadios" exigindo o "direito" de bordar lenços!

Por isso eu digo: qualquer mulher pode ser feminista até conhecer seu Darcy.

Já que estamos falando de livros, convido vocês a conhecem meu livro "Os Informatizados". Clique aqui para saber mais e façam boa leitura.

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

O que Maze Runner nos ensina sobre...

Em vez de correrem logo...
                                           
Será que um filme de ficção científica pode nos ensinar alguma coisa? Bem, não é exatamente a função dele, mas se espremermos feito cana no engenho podemos tirar um bom caldo.

O que eu achei de interessante no filme "The Maze Runner" e veja se você concorda comigo:

  1. Inveja mata. Sim, esse ditado se mostrou veraz no filme. A inveja matou a Gally e Chuck foi vítima de sua inveja.
  2. Ficar rancoroso por alguém te ajudar é uma das piores coisas que um ser humano faz. Por três anos o povo ficou quebrando a cabeça com o labirinto; chega o "novato" que lhes mostra a solução em três dias, mas aquele que não mencionamos não enxerga esse fato.
  3. Obedecer cegamente regras acima do bom senso, da solidariedade e da compaixão é coisa de comunista\socialista. A Clareira era Argentina e Gally era a Cristina. Thomas é o Macri. O que custava dois ou três deles entrarem rapidamente no labirinto para ajudar Minho com Alby? "É contra as regras", foi tudo o que o neto de Hitler disse.
  4. Se não fosse o feminismo e sua calúnia de "A cada um segundo uma mulher é estuprada", Teresa não tacaria pedras nos rapazes. E de onde surgiu aquele facão? Estava com a maquiagem dela?
  5. A Clareira não contou com um professor de Português. Qual a parte do "Ela é a última" que eles não entenderam? A mensagem estava mais explícita em Inglês: "She is the last EVER".
  6. Minho e sua pérola: "As pessoas precisam de acreditar que têm esperança". Ouço muito isso vindo da parte de gente safada que engana as pessoas com promessas, sem a menor vontade de cumpri-las; afinal o que importa é que o povo acredite que uma hora a solução vem. Patético, se Minho fosse brasileiro com certeza se afiliaria a algum partido. Os filmes "Rango" e "O livro de Eli" não me deixam mentir.
  7. Se recusar a responder as perguntas ou fazer de conta que não ouviu não vai deixar a pessoa menos curiosa.
  8. Definitivamente Teresa não ia nos convencer com esse lance de telepatia. Sorry, girl!
  9. Talvez o autor do livro ou o diretor do filme não se aperceberam disso, mas a história bem que se encaixa como uma crítica às grandes empresas farmacêuticas que deveriam ajudar a população, mas que agem por interesses próprios. A C.R.U.E.L já tinha a cura, mas a doutora-chefe estava obcecada por MAIS testes. E teve a cara de pau de falar "Não esperava tantos sobreviventes", ou seja, ela pouco se lixou pros jovens que morreram. Uma vergonha!
  10. A doutora-chefe deveria ter uma gravadora eletrônica, tá louco!

sábado, 16 de janeiro de 2016

Filme versus Broadway: A noviça rebelde.

Agora peguei pesado! Vamos comparar mais um clássico em diferentes formatos.



"A Noviça Rebelde", cujo texto em inglês deveria ser "O Som da Música" (The Sound of Music), é uma história baseada no livro escrito pela própria Maria Von Trapp, que fez questão de sambar na cara do povo europeu mostrando como ela e sua família escaparam da lavagem cerebral que estava acontecendo entre toda a Áustria. Enquanto os tontos achavam que seria muito bom estar sob o domínio nazista, os Von Trapp corretamente pressentiram que isso seria uma furada e deram no pé.

Após a morte do Capitão Von Trapp, sua querida esposa fez questão de propagar a história e a aventura da família mundo afora. Primeiramente foi produzido um modesto filme para a Alemanha. Tendo boa aceitação, Hollywood também quis fazer a sua versão. E assim surgiu o famoso filme "A Noviça Rebelde", versão de 1965, com Dame Julie Andrews e Christopher Plummer (não, esse não é da Realeza Britânica).

A história se tornou um sucesso estrondoso nos Estates e desde então tudo quanto é teatro resolve fazer uma representação. O pessoal da Broadway a encena sem enjoar, assim como a gente não se enjoa de Chaves e Chapolin. Tanto que em 2013 foi produzido uma versão teatral ao vivo, com Carrie Underwood e Stephen Moyer.

A produção da versão de 2013 não foi fácil. As únicas filhas Von Trapp ainda vivas, Liesl e Louisa, se molestaram e tiveram dúvidas quanto ao talento profissional de Carrie Underwood. Mas o fato dela ter sido a vencedora da quarta temporada do reallity "American Idol" foi o bastante para calar qualquer dúvida. Lembrando que isso aconteceu em 2005, ou seja, ela já tinha oito anos de carreira. Amadora ela não era.

A grande desvantagem da versão de 2013 é que, por ser estilo Broadway, o cenário ficou limitado. Por isso algumas cenas e diálogos que existem no filme de 1965 tiveram de ser cortados. Imaginem como seria fazer a tal cena em que Maria mais as crianças caem no lago; como fazer a cena em que todos passeiam de carruagem Salzburgo afora; como fazer a cena em que o zumbi Herr Zeller flagra a todos fugindo de carro. Uma pena, mas não dava.

Bem, deixando à parte esse detalhe, vamos às curiosidades e comparações:

  1.  O prêmio de EPIC MEGA FAIL vai para Christopher Plummer. Ele não canta. Não de verdade, a voz dele foi dublada. Ele é nossa Carlotta de calças. Sem falar que o ator recusou várias vezes aceitar o papel, sendo vencido pela insistência do diretor. Depois ele teve a audácia de cuspir no prato que comeu, não reconhecendo que foi graças ao filme que ele se tornou famoso - sim, nessa época Elza era a única famosa - reclamando do papel em várias entrevistas. Igual Paulina Rubio e Timbiriche, igual a galera de "Friends". Que vergonha!
  2. Sem falar que o velho Von Trapp é muito mais atiradinho e safadinho do que o "original", conforme certo crítico. O novo Von Trapp é mais comedido e reservado, como todo lorde inglês.
  3. Não sei por que se molestaram com Carrie Underwood, visto que ela se parece muito com Julie Andrews.
  4. Na versão de 65, a Madre Superiora canta uma das notas mais difíceis que se há: um F#5 no último verso de "Climb Every Mountain".
  5. O velho Friederich tem muito mais presença e firmeza no filme; enquanto que o novo quase não aparece e quando o faz... bem... "Adieu to you, and you, and you"!
  6. Tanto o velho quanto o novo Kurt mata, enterra e cospe em cima do caixão da Melody com um legítimo falsete.
  7. A velha Liesl puxou ao pai e vive extrapolando os limites de uma "moça de família", sendo o velho Rolf quem a chama constantemente à razão. A nova não é assim.
  8. A velha Elza tem sua característica de vilã mais destacada. Ela conspira contra Maria dando uma de "falseane". Bom é quando mais tarde o Capitão lhe diz na cara que os dois não dariam certo.
  9. Penso que dava para incluir a cena do Capitão cantando "Edelweiss" no violão para a família na versão de 2013. Ela só foi mencionada por Brigitta no baile.
  10. No final, o velho Von Trapp tenta argumentar e acalmar Rolf, mas este se ofende e grita por seus superiores, denunciando a fuga da família Von Trapp. Na versão de 2013, Rolf decide ficar calado diante da presença de Liesl e eles escapam em paz e a pé, enquanto que no filme eles escapam de carro.
  11. Ninguém da dublagem decide a pronúncia dos nomes. No filme o nome do Capitão é pronunciado como /Jorge/, enquanto que na versão teatral eles se aproximam da pronuncia correta. Ainda nessa versão, Liesl é chamada de /Lisa/, sendo algumas vezes chamada de /Lisel/, enquanto que no filme parece que ouço /Lily/, a não ser que esteja enganado.
  12. Conforme escrevi acima, a atriz Julie Andrews foi nomeada Dama pela Rainha Elizabeth II, com a Ordem do Império Britânico em dezembro de 1999. Já Christopher Plummer, uma pedra (risadas Charles Bingley).
Enquanto meu livro não vai para a Broadway (he, he!), dê um clique aqui e faça uma boa leitura.


sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Livro versus Filme = O diabo veste Prada

A maestra e a aprendiz


Bem, creio que dessa vez não preciso dizer a vocês que o lendário filme "O diabo veste Prada" é baseado no romance homônimo da escritora Lauren Weinsenberg. E nem precisarei dizer que o livro/filme foi baseado na história real da própria Lauren. Precisei mesmo? Oops...

Pois bem, depois de assistir ao filme milhares de vezes, eis que eu, José, com dinheiro sobrando, me deparei na prateleira da Saraiva o livro com o enorme sapato Prada vermelho estampado na capa. Não pensei duas vezes; acho que nem pensei uma vez; comprei o danado.

E depois da minha eterna comparação livro x filme, eu cheguei à conclusão que...

(Mais uma vez, se você pensa em ler o livro sem surpresas, ignore meu artigo!)

Veja o que Nate\Alex perdeu

  1. Ter o nome do baboso namorado de Andrea mudado de Alex para Nate não acrescentou em nada a minha vida, nem tirou.
  2. Mas a grande mudança foi em Lily. Sério mesmo, eles fizeram um extreme makeover na personagem. No livro, Lily é alcoólatra, universitária (Mestrado em Literatura Russa), mora com Andrea (no filme Andrea mora com Nate), tem vários relacionamentos e APOIA Andrea se engraçando com Christian. No filme, ela é má agradecida (esperando de boas ela devolver a bolsa Marc Jacobs de US$ 1.900,00), metida a santinha e quase não tem destaque. Ué...
  3. No livro, Andrea não consegue dar às gêmeas as duas cópias do manuscrito inédito de Harry Potter.
  4. A parte "Procure aquele restaurante que teve boa crítica" é bem mais explorada no livro. No filme, foi apenas uma ordem.
  5. Nigel não vai para Paris e todo aquela trama de substituir Miranda por aquela tal Jacqueline Follet não existe no livro.
  6. James no livro é apenas um dos inúmeros funcionários da Runway e não um estilista em ascensão como no filme.
  7. Não tem nenhum amigo gay de Andrea, Lily e Nate. Não faço a menor ideia de onde o roteirista inventou esse personagem.
  8. Emily demora a ser amiga de Andrea, mas as duas não chegam a brigar como no filme. Pelo contrário, na despedida das duas elas foram bem mais amistosas.
  9. O enrolo de Andrea e Christian não foi tão profundo quanto no filme. Eles apenas dançam e se beijam. No filme, eles vão pra cama e tudo o mais (safadinho o roteirista, ein!)
  10. Mas o prêmio de EPIC MEGA FAIL vai para a cena em que Andrea anuncia sua partida para Paris. Nada daquilo acontece no livro. E para mim, faria mais sentido se não acontecesse. No livro, o resfriado de Emily é o motivo dela não ir a Paris. E Emily aceitou numa boa ser substituída por Andrea. Já no filme, eles inventaram que Emily quebrara a perna num acidente, e esta se dá ao luxo de ficar com raiva de Andrea. Como Emily esperava ir a Paris de perna engessada? Até hoje ninguém me explica isso. E Nate, como sempre, a complete jerk, distorcendo tudo o que aconteceu, como se fosse Andrea quem empurrara Emily na frente do táxi. "Eu não ligaria se você fosse dançarina de boate se o fizesse com dignidade". A questão é: há dignidade numa dançarina de boate? Eu negaria o Oscar só por causa dessa cena.
Meu livro faz lembrar um pouco este grande filme (tirando a parte da moda). Os Informatizados para saber mais e faça uma boa leitura.